<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">
    <title>Os textos do Blogouve-se</title>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://livrovirtual.weblog.com.pt/" />
    <link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://livrovirtual.weblog.com.pt/atom.xml" />
   <id>tag:livrovirtual.weblog.com.pt,2006://2771</id>
    <link rel="service.post" type="application/atom+xml" href="/s/mt-atom.cgi/weblog/blog_id=2771" title="Os textos do Blogouve-se" />
    <updated>2006-06-28T11:17:14Z</updated>
    <subtitle>Textos escritos entre Junho de 2003 e Maio de 2006.
Primeiro em ouve-se.weblogger.terra.com.br 
depois em ouve-se.blogspot.com/ (desde 1/12/04); 
recuperados, em alguns casos editados e arrumados 
num índice temático; uma espécie de livro virtual</subtitle>
    <generator uri="http://www.sixapart.com/movabletype/">Movable Type 3.2</generator>
 
<entry>
    <title>Uma explicação</title>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://livrovirtual.weblog.com.pt/arquivo/2006/06/uma_explicacao" />
    <link rel="service.edit" type="application/atom+xml" href="/s/mt-atom.cgi/weblog/blog_id=2771/entry_id=175798" title="Uma explica&ccedil;&atilde;o" />
    <id>tag:livrovirtual.weblog.com.pt,2006://2771.175798</id>
    
    <published>2006-06-19T14:19:48Z</published>
    <updated>2006-06-28T11:17:14Z</updated>
    
    <summary>«Os textos do Blogouve-se» é uma espécie de livro virtual: quando, há cerca de um ano, me sugeriram a hipótese de escolher uns 500 textos do blogue para os publicar em livro, recusei a ideia. Houve outras razões (mais pessoais),...</summary>
    <author>
        <name>joão paulo meneses</name>
        <uri>http://livrovirtual.weblog.com.pt</uri>
    </author>
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://livrovirtual.weblog.com.pt/">
        <![CDATA[<p><strong>«Os textos do Blogouve-se» é uma espécie de livro virtual</strong>: quando, há cerca de um ano, me sugeriram a hipótese de escolher uns 500 textos do <a href="http://ouve-se.blogspot.com/">blogue</a> para os publicar em livro, recusei a ideia. Houve outras razões (mais pessoais), mas prevaleceu esta em particular: <strong>qual é a necessidade de passar para o papel uma realidade que nasceu na Internet? Por que é que há-de sair da Internet? A Internet não tem dignidade suficiente? Claro que tem.</strong><br />
<br></p>

<p>Por isso, em vez de 500 textos que estariam em papel, consegui seleccionar cerca do dobro. Em vez de desaproveitar as hiperligações, recuperei-as (as que se mantém actuais, claro). E, sobretudo, tentei aproveitar o facto de o digital permitir uma execução dinâmica do <em>livro</em> - tal como a sua leitura.<br />
É uma experiência - com muitas limitações, a começar pelas características de conjuntura dos textos e a eventual falta de qualidade de muitos deles - mas é uma experiência (acima de tudo, gostaria que fosse entendida como uma forma de valorizar a blogosfera e um contributo para a discussão do jornalismo - contra o apagamento da memória). <br />
</p>]]>
        <![CDATA[<p>Algumas notas mais:<br />
<br><br />
- <strong>Os textos do blogouve-se </strong>não é o repositório dos mil textos escritos em três anos - alguns foram eliminados, outros reajustados (e perderam-se os comentários, além de várias hiperligações); da mesma forma, quando e se for feita uma actualização, seguirei o mesmo critério (outra coisa diferente são os arquivos que estão on line no blogue - <em>excepto os da primeira fase, que por razões alheias à minha vontade foram retirados pelo operador;</em><br />
<br><br />
- Os textos são arrumados, dentro da mesma categoria, pela data em que foram escritos - penso que é a solução mais lógica e honesta para uma leitura concentrada, no espaço e no tempo, de algo que pode ter demorado três anos;<br />
<br><br />
- Preciso, também, de pedir alguma indulgência para o facto de ser possível encontrar algumas ideias repetidas (em textos diferentes), precisamente por não ser possível saber se já tinha escrito sobre determinado assunto, e, menos provável, uma ou outra contradição;<br />
<br><br />
- O mais difícil, para além do trabalho em termos quantitativos, foi a arrumação dos textos num índice. Peço que entendam essas «categorias» como <strong>agregadores de banda larga</strong>, não só porque nem sempre é claro onde inserir como porque resumir em duas palavras, às vezes, é ingrato (por exemplo, em Pressões - Assessores estão vários textos que só indirectamente se relacionam com a assessoria de imprensa);<br />
<br><br />
- Esta página não aceita comentários, mas aceita contributos e críticas em <a href="blogouve.se @ gmail.com">blogouve.se @ gmail.com</a>;<br />
<br><br />
- Este trabalho pode ser considerado como um narcisismo intelectual. Não é esse o objectivo.<br />
<br><br />
<em>(Agradeço à Ana Cerqueira o esforço e o empenho)</em></p>]]>
    </content>
</entry>
<entry>
    <title>Perplexo e indignado, escrevo às...</title>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://livrovirtual.weblog.com.pt/arquivo/2006/05/perplexo_e_indignado_escrevo_a" />
    <link rel="service.edit" type="application/atom+xml" href="/s/mt-atom.cgi/weblog/blog_id=2771/entry_id=177175" title="Perplexo e indignado, escrevo &agrave;s..." />
    <id>tag:livrovirtual.weblog.com.pt,2006://2771.177175</id>
    
    <published>2006-05-31T03:30:11Z</published>
    <updated>2006-06-23T03:31:33Z</updated>
    
    <summary>jornalistas da Notícias Magazine, Este postal é sobretudo um exercício retórico e pessoal – não tenho a pretensão de uma resposta. Mas este postal é também uma forma de tentar partilhar, com quem se interessar, uma enorme perplexidade: por que...</summary>
    <author>
        <name>joão paulo meneses</name>
        <uri>http://livrovirtual.weblog.com.pt</uri>
    </author>
            <category term="DIREITOS DOS CIDADÃOS" />
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://livrovirtual.weblog.com.pt/">
        <![CDATA[<p>jornalistas da Notícias Magazine,</p>

<p>Este postal é sobretudo um exercício retórico e pessoal – não tenho a pretensão de uma resposta.<br />
Mas este postal é também uma forma de tentar partilhar, com quem se interessar, uma enorme perplexidade: por que é que continuam em insistir em identificar a bebé de Viseu que terá sido maltratada pelos pais?<br />
O mais fácil é criticar-vos, mas não acredito que seja comodismo, distracção ou inconsciência.<br />
Então é o quê?</p>

<p>A minha indignação não resulta tanto de ter lido, na última Notícias Magazine, mais uma vez o nome da bebé. Antes, de ser na Notícias Magazine: o órgão de comunicação que mais tem acompanhado o caso e uma revista que persegue objectivos digamos sociais, mais apurados do que, por exemplo, a imprensa diária.</p>

<p>A insistência na revelação do nome, sempre que se fala no caso, é incompreensível, inqualificável e inadmissível – recém-nascida quando foi maltratada, não sei se ficarão sequelas no seu amadurecimento. Mas sei que basta ir à Internet, escrever o nome dela e, no google, aparecem milhares de referências (sim, vocês não são as únicas que a identificaram; provavelmente serão as únicas que ainda o fazem/farão).</p>

<p>Têm a noção de que a identificação pública de vítimas de abusos sexuais é uma espécie de anátema social que irá prejudicar essa criança? Que todos os manuais de jornalismo «proíbem» essa identificação, baseada sobretudo no bom-senso?</p>

<p>Durante quanto tempo o continuarão a fazer? Sempre que escreverem sobre ela?</p>

<p>Que utilidade tem o nome de uma bebé para a reportagem? Não poderia ser identificada com as iniciais, como a «bebé de Viseu» ou até com um nome fictício? Perdia-se interesse? Não acredito. E se se perdesse?<br />
Já imaginaram que a podem vir a prejudicar, quando o vosso objectivo é o oposto?</p>

<p>Fica a minha perplexidade!</p>

<p>PS – leitor regular da NM, pode-me ter escapado alguma nota na revista sobre isto em concreto. <a href="http://search.blogger.com/?as_q=viseu&ie=UTF-8&ui=blg&bl_url=ouve-se.blogspot.com">Um caso que abordei varias vezes.</a><br />
</p>]]>
        
    </content>
</entry>
<entry>
    <title>Quando sensacionalismo se confunde com tabloidismo</title>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://livrovirtual.weblog.com.pt/arquivo/2006/05/quando_sensacionalismo_se_conf" />
    <link rel="service.edit" type="application/atom+xml" href="/s/mt-atom.cgi/weblog/blog_id=2771/entry_id=177174" title="Quando sensacionalismo se confunde com tabloidismo" />
    <id>tag:livrovirtual.weblog.com.pt,2006://2771.177174</id>
    
    <published>2006-05-31T03:28:35Z</published>
    <updated>2006-06-23T03:29:58Z</updated>
    
    <summary>O título da primeira página do 24 Horas de hoje «Filho de Beleza começa a ser julgado a 3 de outubro no Tribunal de Monsanto» (acompanhado de fotografia de Leonor Beleza) é um claro exercício sensacionalista, num jornal que se...</summary>
    <author>
        <name>joão paulo meneses</name>
        <uri>http://livrovirtual.weblog.com.pt</uri>
    </author>
            <category term="TABLOIDISMO (SENSACIONALISMO)" />
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://livrovirtual.weblog.com.pt/">
        <![CDATA[<p>O título da primeira página do 24 Horas de hoje «<em>Filho de Beleza começa a ser julgado a 3 de outubro no Tribunal de Monsanto</em>» (acompanhado de fotografia de Leonor Beleza) <strong>é um claro exercício sensacionalista, num jornal que se reclama apenas de tabloidista</strong> e não gosta de ser acusado de sensacionalismo.</p>

<p>Admito que no texto da notícia houvesse referência à ligação familiar (sobretudo para responder a dúvidas do leitor sobre se haveria alguma ligação pelo apelido), mas utilizar Leonor Beleza para justificar a notícia na primeira página é empolar artificialmente o real valor dessa notícia <strong>(além de atentar contra a dignidade de quem nada tem a ver com o caso).</strong><br />
</p>]]>
        
    </content>
</entry>
<entry>
    <title>Mais das primeiras páginas do Expresso</title>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://livrovirtual.weblog.com.pt/arquivo/2006/05/mais_das_primeiras_paginas_do" />
    <link rel="service.edit" type="application/atom+xml" href="/s/mt-atom.cgi/weblog/blog_id=2771/entry_id=177172" title="Mais das primeiras p&aacute;ginas do Expresso" />
    <id>tag:livrovirtual.weblog.com.pt,2006://2771.177172</id>
    
    <published>2006-05-30T03:23:48Z</published>
    <updated>2006-06-23T04:15:06Z</updated>
    
    <summary>A propósito disto e disto, mais isto: - Sobre a manchete que revelava que 70% das notícias dos jornais partem de agências de comunicação, escreve Miguel Gaspar «Dos dois estudos incluídos na notícia, um nem merecia publicação: os dados são...</summary>
    <author>
        <name>joão paulo meneses</name>
        <uri>http://livrovirtual.weblog.com.pt</uri>
    </author>
            <category term="TEXTO (DESMENTIDOS)" />
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://livrovirtual.weblog.com.pt/">
        <![CDATA[<p>A propósito <a href="http://ouve-se.blogspot.com/2006/05/o-expresso-precisa-de-ir-bruxa.html">disto</a> e <a href="http://ouve-se.blogspot.com/2006/05/o-expresso-as-primeiras-pginas-e.html">disto</a>, mais isto:</p>

<p>- Sobre a manchete que revelava que 70% das notícias dos jornais partem de agências de comunicação, escreve Miguel Gaspar «<a href="http://dn.sapo.pt/2006/05/29/media/ora_ponha_aqui_a_noticiazinha.html">Dos dois estudos incluídos na notícia, um nem merecia publicação: os dados são de 1997, excluem um dos principais diários e referem-se a um universo de... 28 notícias. Mas o facto de ter sido publicado talvez seja uma prova do poder das agências sobre redacções acríticas</a>»;</p>

<p>- Depois de Basílio Horta ter contestado a primeira página do suplemento económico da semana passada, o Expresso escreve nesta semana: «<strong>se de algum modo Basílio se sentiu atingido pessoal e profissionalmente pelo artigo em causa, apresentamos as nossas desculpas</strong>»<br />
</p>]]>
        
    </content>
</entry>
<entry>
    <title>O passo em frente de LPMartins</title>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://livrovirtual.weblog.com.pt/arquivo/2006/05/o_passo_em_frente_de_lpmartins" />
    <link rel="service.edit" type="application/atom+xml" href="/s/mt-atom.cgi/weblog/blog_id=2771/entry_id=177184" title="O passo em frente de LPMartins" />
    <id>tag:livrovirtual.weblog.com.pt,2006://2771.177184</id>
    
    <published>2006-05-25T03:59:01Z</published>
    <updated>2006-06-23T04:00:35Z</updated>
    
    <summary>No Público de ontem, Luis Paixão Martins fez publicar um artigo de opinião em que dá mais um contributo para a discussão - LPM aceita algum tipo de regulação, fala na necessidade de criar um novo código de conduta para...</summary>
    <author>
        <name>joão paulo meneses</name>
        <uri>http://livrovirtual.weblog.com.pt</uri>
    </author>
            <category term="PRESSÕES (ASSESSORIA)" />
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://livrovirtual.weblog.com.pt/">
        <![CDATA[<p>No Público de ontem, Luis Paixão Martins fez publicar um artigo de opinião em que dá mais um contributo para a discussão - LPM aceita algum tipo de regulação, fala na necessidade de criar um novo código de conduta para as empresas de conselho em comunicação e promete, com um código de conduta interno, ser mais (*) transparente na relação com os seus clientes:</p>

<p>«<em>O episódio Carrilho leva-me, no entanto, a rever a posição. Pode dar-se o caso de, mesmo com o completo desconhecimento dos jornalistas e media "envolvidos" e contra o mais elementar bom senso, existam empresas de conselho em comunicação que tendam a apresentar, no âmbito da assessoria mediática, propostas com objectivos. Podem fazê-lo em documentos formais e podem, mais facilmente, fazê-lo em contactos informais. Urge pôr cobro a tais práticas.Pode ainda dar-se o caso de haver empresas que facturem os seus serviços em função dos resultados mediáticos obtidos. É uma prática que, além de repugnante, pode induzir os clientes em erro, no erro de presumirem que aquilo que pagam não se destina a pagar os serviços da empresa, mas a pagar jornalistas. É para evitar este tipo de confusão que discordo de - e não utilizo - a expressão "agências de comunicação", porque associo o conceito de "agência" a uma intermediação retribuída por comissão (como é a retribuição das agências de meios). As empresas de conselho em comunicação devem ser retribuídas por honorários previamente estabelecidos (e estáveis ao longo do tempo) e que se destinam a compensá-las dos recursos humanos envolvidos. A apresentação de propostas com objectivos, além de irrealista, é um expediente que prejudica a imagem destas empresas, que não ajuda os potenciais clientes a compreender o funcionamento dos media e que revela, da parte dos seus autores, uma concepção pouco séria e nada rigorosa do relacionamento com os jornalistas. O mesmo se pode dizer de outras práticas como a retribuição em função dos resultados mediáticos obtidos</em>»</p>

<p><strong>Algumas questões:</strong><br />
- já existe um código de conduta na APECOM - se não for cumprido, não há crise; este novo, a existir, será diferente? Em quê?<br />
- defenderá LPM a existência de sanções para os não cumpridores?<br />
- isso implica integrarem esta actividade profissional no âmbito da ERC, por exemplo, ou será auto-regulação?</p>

<p><br />
<em>(*) Se escrever «ser mais transparente» estarei dizer que não é suficientemente, entendendo-se como uma crítica? Se acrescentar «ainda» «mais transparente», estarei a demonstrar adesão às qualidades da empresa, entendendo-se como um elogio?<br />
</em></p>]]>
        
    </content>
</entry>
<entry>
    <title>Que jornal foi esse?</title>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://livrovirtual.weblog.com.pt/arquivo/2006/05/que_jornal_foi_esse" />
    <link rel="service.edit" type="application/atom+xml" href="/s/mt-atom.cgi/weblog/blog_id=2771/entry_id=177186" title="Que jornal foi esse?" />
    <id>tag:livrovirtual.weblog.com.pt,2006://2771.177186</id>
    
    <published>2006-05-24T04:05:18Z</published>
    <updated>2006-06-23T04:05:58Z</updated>
    
    <summary>«Como dei notícia ampla, e suponho que bem-humorada, estive quatro dias e meio no Hospital de Santa Maria. Não creio que fosse acontecimento para ser notícia nos jornais. Sei apenas que um senhor, dizendo que era um grande amigo meu...</summary>
    <author>
        <name>joão paulo meneses</name>
        <uri>http://livrovirtual.weblog.com.pt</uri>
    </author>
            <category term="TEXTO (DESLEAL)" />
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://livrovirtual.weblog.com.pt/">
        <![CDATA[<p>«<em>Como dei notícia ampla, e suponho que bem-humorada, estive quatro dias e meio no Hospital de Santa Maria. Não creio que fosse acontecimento para ser notícia nos jornais. Sei apenas que um senhor, dizendo que era um grande amigo meu muito próximo, que estava preocupado e queria ter notícias minhas, telefonou para minha casa e falou com a minha empregada brasileira. Esta, com extrema boa-fé, contou tudo. Do tal "amigo" nunca mais ouvi falar. Mas verifiquei que um jornal (que nunca leio) escreveu algumas colunas alarmistas a propósito do meu estado de saúde. Não direi o nome do jornal porque não interessa. Interessam, sim, certos procedimentos de alguns "jornalistas" portugueses</em>»<br />
Eduardo Prado Coelho no Público de hoje<br />
</p>]]>
        
    </content>
</entry>
<entry>
    <title>Do Prós e Contras de ontem - Carrilho não resistiu</title>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://livrovirtual.weblog.com.pt/arquivo/2006/05/do_pros_e_contras_de_ontem_car" />
    <link rel="service.edit" type="application/atom+xml" href="/s/mt-atom.cgi/weblog/blog_id=2771/entry_id=177182" title="Do Pr&oacute;s e Contras de ontem - Carrilho n&atilde;o resistiu" />
    <id>tag:livrovirtual.weblog.com.pt,2006://2771.177182</id>
    
    <published>2006-05-23T03:57:09Z</published>
    <updated>2006-06-23T03:58:44Z</updated>
    
    <summary>Depois de ter visto (e já ter lido o livro...) o Prós e Contras de ontem, acho que é possível fazer algumas notas finais: - Ricardo Costa arrumou com a questão do aperto de mão, explicando com vários pormenores que...</summary>
    <author>
        <name>joão paulo meneses</name>
        <uri>http://livrovirtual.weblog.com.pt</uri>
    </author>
            <category term="JORNALISMO" />
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://livrovirtual.weblog.com.pt/">
        <![CDATA[<p>Depois de ter visto (e já ter lido o livro...) o Prós e Contras de ontem, acho que é possível fazer algumas notas finais:</p>

<p>- Ricardo Costa arrumou com a questão do aperto de mão, explicando com vários pormenores que nada daquilo era privado (dentro do estúdio);</p>

<p>- Ricardo Costa trouxe um argumento de peso, a manipulação das entrevistas enquanto ministro da Cultura; os argumentos de Carrilho quanto ao jornalismo nunca mais serão os mesmos!</p>

<p>- Discutiu-se pouco a questão das agências de comunicação e a necessidade de haver alguma regulamentação ética e deontológica - Emídio Rangel podia ter dado um contributo mais forte nesse aspecto (já Pacheco Pereira manteve-se fiel à sua teoria de que o livro fala de outra coisa, que não aquela que tem vindo a público, mas que não prova - a da conspiração);</p>

<p>Em resumo, o livro de Carrilho denuncia/aborda duas coisas que me parecem importantes:<br />
1) a <strong>superficialidade e a trivialidade</strong> (palavras de PPereira, que subscrevo) de muito do jornalismo português, exemplificado com vários casos, que não têm sido devidamente abordados;<br />
2) <strong>a actividade descontrolada das agências de comunicação</strong> (já agora, como vai ser com o levantamento da imunidade parlamentar pedida pela Cunha Vaz?);</p>

<p>O resto é espuma - e traços de personalidade de Carrilho: se me permitem, <strong>o debate de ontem mostrou bem por que é que o povo de Lisboa foi inteligente ao derrotar o candidato do PS.</strong></p>

<p><em>PS - o Prós e Contras não teria o mesmo interesse sem público? O público, ali, aplaudindo ou até mandando bocas, dá a tal sensação de arena, que retira credibilidade ao programa. O programa teria, pelo menos, o mesmo interesse sem o público e seria mais agradável de ver (do meu ponto de vista).<br />
</em></p>]]>
        
    </content>
</entry>
<entry>
    <title>O Expresso, as primeiras páginas e a arrogância</title>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://livrovirtual.weblog.com.pt/arquivo/2006/05/o_expresso_as_primeiras_pagina" />
    <link rel="service.edit" type="application/atom+xml" href="/s/mt-atom.cgi/weblog/blog_id=2771/entry_id=177187" title="O Expresso, as primeiras p&aacute;ginas e a arrog&acirc;ncia" />
    <id>tag:livrovirtual.weblog.com.pt,2006://2771.177187</id>
    
    <published>2006-05-22T04:06:34Z</published>
    <updated>2006-06-23T04:17:55Z</updated>
    
    <summary>O Expresso, as primeiras páginas e a arrogância Henrique Monteiro dá uma entrevista ao Jornal de Negócios em que diz, nomeadamente: - «Não é por ter um director a dizer que o Expresso é imbatível que passa a ser imbatível...</summary>
    <author>
        <name>joão paulo meneses</name>
        <uri>http://livrovirtual.weblog.com.pt</uri>
    </author>
            <category term="TEXTO (DESMENTIDOS)" />
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://livrovirtual.weblog.com.pt/">
        <![CDATA[<p><a href="http://livrovirtual.weblog.com.pt/arquivo/2006/05/mais_das_primeiras_paginas_do">O Expresso, as primeiras páginas e a arrogância</a></p>

<p>Henrique Monteiro dá uma entrevista ao Jornal de Negócios em que diz, nomeadamente:<br />
- «<em>Não é por ter um director a dizer que o Expresso é imbatível que passa a ser imbatível (...) Esse é um estilo de discurso que contribui para uma <strong>imagem de arrogância do Expresso</strong></em>»;<br />
- «<em>O ano de 2005 foi mau para o Expresso desse ponto de vista [credibilidade]. Muitos desmentidos e muitas confusões. Todos os jornais se enganam. Mas faz parte de uma postura não arrogante, quando uma pessoa se engana, pedir desculpa. Nós já o fizemos em relação ao discurso de Cavaco. (...) <strong>Tornou-se demasiado fácil dizer que o Expresso tinha muitos desmentidos. É preciso combater isso.</strong> Ainda ontem [segunda-feira passada] na reunião com a redacção estive a fazer esse apelo. É preciso que cada jornalista tenha isso muito presente».<br />
- «Estamos a fazer mudanças gráficas com o objectivo de tornar o jornal mais aberto. Acho que o Expresso <strong>tem um ar um pouco arrogante e um pouco pedante.</strong> De facto, não é (...)</em>».<br />
</p>]]>
        
    </content>
</entry>
<entry>
    <title>(ACT x 3) As velhas e recorrentes pressões que suavizam a coisa</title>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://livrovirtual.weblog.com.pt/arquivo/2006/05/act_x_3_as_velhas_e_recorrente" />
    <link rel="service.edit" type="application/atom+xml" href="/s/mt-atom.cgi/weblog/blog_id=2771/entry_id=177177" title="(ACT x 3) As velhas e recorrentes press&otilde;es que suavizam a coisa" />
    <id>tag:livrovirtual.weblog.com.pt,2006://2771.177177</id>
    
    <published>2006-05-22T03:34:15Z</published>
    <updated>2006-06-23T03:42:51Z</updated>
    
    <summary>Act a 30/5: «para Ribeiro Cristóvão esta referência é &quot;claramente&quot; intimidatória para o trabalho dos jornalistas. O responsável da Renascença vai mais longe e realça que esteve em Saltilho no &quot;pós-1976 onde as relações sempre foram muito difíceis, mas a...</summary>
    <author>
        <name>joão paulo meneses</name>
        <uri>http://livrovirtual.weblog.com.pt</uri>
    </author>
            <category term="PRESSÕES (ACREDITAÇÃO)" />
            <category term="PRESSÕES (ASSESSORIA)" />
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://livrovirtual.weblog.com.pt/">
        <![CDATA[<p><em>Act a 30/5: «<a href="http://dn.sapo.pt/2006/05/30/media/olhar_jornalistas_sujeito_a_regras_f.html">para Ribeiro Cristóvão esta referência é "claramente" intimidatória para o trabalho dos jornalistas. O responsável da Renascença vai mais longe e realça que esteve em Saltilho no "pós-1976 onde as relações sempre foram muito difíceis, mas a FPF nunca se arrogou ao direito de cassar * as acreditações". Também Miguel Barroso, subdirector de informação da RTP estranha esta nota, que pontua de "ilegal" por violar "uma série de leis, nomeadamente a Constituição e o acesso às fontes".</a>» (DN de hoje)<br />
*Tonar nulo ou sem efeito; anular; fazer cessar, proibindo (Dicionário da Academia das Ciências, vol1, 727)</p>

<p>Act a 26/5: «<a href="http://maisactual.blogspot.com/2006/05/grande-criatividade.html">Hoje fiquei a saber que o treinador da selecção nacional <strong>deu uma entrevista ao seu assessor de imprensa privado para distribuir umas tiradas aos jornalistas.</strong> Nem os mais criativos assessores do governo se lembraram de um método tão eficaz para quem se julga a cima do escrutínio jornalístico. Já Imaginaram José Sócrates a dar uma entrevista a Luís Bernardo para depois a distribuir pelas redacções?</a>»</em>. Assim?</p>

<p><em>Act a 25/5: Ouvi esta tarde o assessor de imprensa da Selecção Nacional (o ex-futuro-jornalista Afonso Melo), em directo, na conferência de imprensa, dizer que determinada pergunta, feita por um jornalista a Nuno Gomes, não é admissível (tinha a ver com uma questão marginal ao futebol, mas ligada ao estágio - os filmes piratas que terá levado para Évora). Que Nuno Gomes dissesse que não queria responder, tudo bem; que não os deixem, sequer, responder, não é aceitável. Ninguém protestou...</p>

<p><br />
«A Assessoria de Imprensa da Selecção Nacional - Clube Portugal, como responsável pela emissão das acreditações para o estágio a realizar em Évora, reserva-se<strong> o direito de retirar a acreditação a qualquer membro da Comunicação Social que não respeite o espírito de cooperação e saudável relacionamento de trabalho</strong> que presidiu à elaboração desta regulamentação»</em><br />
(dica <a href="http://contrafactos.blogspot.com/2006/05/vitamedias_22.html">Contrafactos</a>)<br />
</p>]]>
        
    </content>
</entry>
<entry>
    <title>(ACT) Ainda o livro de MMCarrilho:</title>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://livrovirtual.weblog.com.pt/arquivo/2006/05/act_ainda_o_livro_de_mmcarrilh" />
    <link rel="service.edit" type="application/atom+xml" href="/s/mt-atom.cgi/weblog/blog_id=2771/entry_id=177181" title="(ACT) Ainda o livro de MMCarrilho:" />
    <id>tag:livrovirtual.weblog.com.pt,2006://2771.177181</id>
    
    <published>2006-05-21T03:49:29Z</published>
    <updated>2006-06-23T03:56:37Z</updated>
    
    <summary>Sou dos que acham que o que Carrilho diz no livro é demasiado importante para se perder no esquecimento: porque acredito que Carrilho não tem razão em muitas coisas que diz (o aperto de mão, o vídeo, a conspiração envolvendo...</summary>
    <author>
        <name>joão paulo meneses</name>
        <uri>http://livrovirtual.weblog.com.pt</uri>
    </author>
            <category term="JORNALISMO" />
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://livrovirtual.weblog.com.pt/">
        <![CDATA[<p>Sou dos que acham que <a href="http://ouve-se.blogspot.com/2006/05/acabei-de-ler-o-livro-de-mmcarrilho.html">o que Carrilho diz no livro é demasiado importante para se perder no esquecimento</a>: porque acredito que Carrilho não tem razão em muitas coisas que diz (o aperto de mão, o vídeo, a conspiração envolvendo todos os que o criticaram) e porque há coisas que Carrilho diz que me parecem reais: a selva que é (ou pode ser) a actividade das agências de comunicação - sempre o defendi neste espaço.</p>

<p>Na última semana, no Público, Expresso e DN recolhi tudo (<em>o que não me escapou...</em>) o que sobre o livro disseram. Eis a minha análise:</p>

<p><strong><em>[Esta segunda-feira, o assunto vai ser debatido no Prós e Contras da RTP]</em></strong></p>

<p><strong>Factos... </strong><br />
Destes dias, os factos que retive:<br />
- <a href="http://comunicaradireito.esta.weblog.com.pt/arquivo/2006/05/cunha_vaz_proce.html">Cunha Vaz diz que vai processar Carrilho</a> (1);<br />
- Francisco Almeida Leite, o único dos jornalistas visados que anunciou a intenção de processar Carrilho;<br />
- <a href="http://dn.sapo.pt/2006/05/19/media/carrilho_pede_intervencao_regulador.html">Carrilho pede a intervenção da ERC</a>;<br />
- O silêncio do Sindicato dos Jornalistas;<br />
- Cresce a opinião dos que - como eu - acham que a actividade das agências de comunicação precisa de ser regulada;</p>

<p>(1) E <em>era muito importante que o fizesse, que este processo não fosse mais um dos muitos que são esgrimidos na comunicação social - como estratégia de marketing - e depois nem chegam a entrar no tribunal. Eu, se fosse Cunha Vaz, fazia-o!</em></p>

<p><strong>... e opiniões </strong><br />
Obviamente que as opiniões dos acusados por Carrilho não podem ser comparadas com quem não é visado.<br />
Mas enquanto Francisco Almeida Leite, do DN, diz que vai processar o ex-candidato (e faz muito bem), Pedro Rolo Duarte optou por <a href="http://dn.sapo.pt/2006/05/17/opiniao/quem_se_sente.html">mandar Carrilho à merda</a>, Ana Sá Lopes foi mais suave e limitou-se a falar <a href="http://dn.sapo.pt/2006/05/19/opiniao/por_grama_ternura_coracao.html">do livro do coitado do Carrilho</a>, Pacheco Pereira fala na substância autista do livro, Marcelo garante que Carrilho não sabe perder, Fernando Madrinha diz que é «um pequeno exercício de vingança e ressentimento» e, finalmente, Vasco Pulido Valente fala num «livro ignóbil que não merece comentário».</p>

<p>Dos não visados, algumas opiniões que retenho (e que subscrevo):<br />
Albano de Matos, no DN de 14/5/06: «<a href="http://dn.sapo.pt/2006/05/14/artes/a_culpa_e_carrilho.html">Carrilho não tem razão em vários pontos e, noutros, usa um tom tão desbragado e leviano como aqueles que acusa. Mas tem o mérito (raro entre nós) de denunciar situações e levantar questões fundamentais para o exercício do jornalismo. Despachá-lo com um rápido insulto é perder uma soberana oportunidade para as discutir</a>»;</p>

<p>Medeiros Ferreira, no DN de 16/5/06: «<a href="http://dn.sapo.pt/2006/05/16/opiniao/o_da_idade_inocencia.html">Depois de se ler o livro de Carrilho é impossível continuar a ignorar, por exemplo, a existência e o papel das chamadas "agências de comunicação", um bom tema para a recém-empossada entidade reguladora da comunicação social iniciar as suas ansiadas actividades</a>».</p>

<p>Miguel Gaspar, no DN de 15/5/06: «<a href="http://dn.sapo.pt/2006/05/15/media/a_devoracao_carrilho.html">Carrilho prolonga a ilusão de ter ganho o debate com Carmona na SIC Notícias. Mas o aperto de mão negado foi sobretudo chocante por ter sido o prolongamento de um debate em que a postura do candidato socialista foi mais arrogante e agressiva do que dada ao esclarecimento de propostas.Há mais para ler do que a questão dos jornalistas neste livro, cuja tese central é a de que um conluio entre lóbis da construção, uma agência de comunicação e jornalistas travaram a vitória de Carrilho</a>»;</p>

<p>Mário Bettecourt Resendes, no DN de 18/5/06: «<a href="http://dn.sapo.pt/2006/05/18/opiniao/as_armas_e_baroes_alberto_joao.html">As vestes angelicais não servem, obviamente, a Carrilho, mas é pena se se perder uma oportunidade singular para debater, em profundidade, alguns dos problemas que deveriam preocupar os jornalistas portugueses</a>»;</p>

<p>PS - Opinião só no DN; repito, foi a que li. Mas isto pode querer dizer alguma coisa (pelo ao nível do impacto na internet).<br />
</p>]]>
        
    </content>
</entry>
<entry>
    <title>O Expresso precisa de ir à bruxa...</title>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://livrovirtual.weblog.com.pt/arquivo/2006/05/o_expresso_precisa_de_ir_a_bru" />
    <link rel="service.edit" type="application/atom+xml" href="/s/mt-atom.cgi/weblog/blog_id=2771/entry_id=177171" title="O Expresso precisa de ir &agrave; bruxa..." />
    <id>tag:livrovirtual.weblog.com.pt,2006://2771.177171</id>
    
    <published>2006-05-21T03:21:53Z</published>
    <updated>2006-06-23T03:23:50Z</updated>
    
    <summary>Lembram-se da notícia de primeira página da semana passada «Pavilhão de Portugal alberga sem-abrigo»? Pois na edição desta semana, o director do gabinete de comunicação da Parque Expo, Luis Pinheiro de Almeida, escreve uma carta que termina assim: «Se o...</summary>
    <author>
        <name>joão paulo meneses</name>
        <uri>http://livrovirtual.weblog.com.pt</uri>
    </author>
            <category term="TEXTO (DESMENTIDOS)" />
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://livrovirtual.weblog.com.pt/">
        <![CDATA[<p>Lembram-se da notícia de primeira página da semana passada «<strong>Pavilhão de Portugal alberga sem-abrigo</strong>»?<br />
Pois na edição desta semana, o director do gabinete de comunicação da Parque Expo, Luis Pinheiro de Almeida, escreve uma carta que termina assim: «<strong>Se o Expresso tivesse querido a verdade, teria ficado a saber que não há sem-abrigo algum a 'residir no Pavilhão de Portugal há cerca de um ano</strong>».<br />
(é a última carta daquela discreta mas influente página das cartas dos leitores...).</p>

<p>Pelos vistos, não há semana que uma notícia da primeira página não seja desmentida - e <strong>o que é mais grave, o desmentido teria sido evitado se, diz a Parque Expo na mesma carta, não tivesse havido «intenção deliberada de omissão de informação por parte do Expresso, evitando o exercício do princípio do contraditório, indispensável a qualquer notícia</strong>».<br />
</p>]]>
        
    </content>
</entry>
<entry>
    <title>«Condenados e inocentes»</title>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://livrovirtual.weblog.com.pt/arquivo/2006/05/condenados_e_inocentes" />
    <link rel="service.edit" type="application/atom+xml" href="/s/mt-atom.cgi/weblog/blog_id=2771/entry_id=177173" title="&laquo;Condenados e inocentes&raquo;" />
    <id>tag:livrovirtual.weblog.com.pt,2006://2771.177173</id>
    
    <published>2006-05-17T03:25:59Z</published>
    <updated>2006-06-23T03:28:14Z</updated>
    
    <summary>«PJ de braga detém jovens suspeitos de assaltos violentos (está bem) Membros do gang têm entre os 16 e os 19 anos e em menos de 15 dias praticaram cerca de duas dezenas de roubos, agressões e até sequestros na...</summary>
    <author>
        <name>joão paulo meneses</name>
        <uri>http://livrovirtual.weblog.com.pt</uri>
    </author>
            <category term="DEONTOLOGIA (PRESUNÇÃO DA INOCÊNCIA)" />
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://livrovirtual.weblog.com.pt/">
        <![CDATA[<p>«<em>PJ de braga detém jovens suspeitos de assaltos violentos <strong>(está bem)</strong><br />
Membros do gang têm entre os 16 e os 19 anos e em menos de 15 dias praticaram cerca de duas dezenas de roubos, agressões e até sequestros na Região Norte <strong>(está mal)</strong>.<br />
Quatro jovens, de 16, 17, 18 e 19 anos, foram detidos pela Polícia Judiciária (PJ) de Braga, por suspeita da autoria <strong>(está bem)</strong> de quase duas dezenas de assaltos violentos na Região Norte. Os crimes aconteceram em menos de duas semanas e espalharam a insegurança nos distritos do Porto, Braga e Guimarães</em> (<strong>está mal, que Guimarães - ainda? - não é distrito, não é Vítor?</strong>). <em>Para já, os suspeitos <strong>(está bem) </strong>vão aguardar julgamento em prisão preventiva. O grupo invadiu residências, agrediu pessoas, sequestrou famílias <strong>(está mal)</strong>, numa onda de violência absolutamente ímpar. Os suspeitos <strong>(está bem)</strong> foram detidos no passado sábado, pouco depois de furtarem <strong>(está mal)</strong> mais um automóvel e uma motorizada (...)</em>».<br />
(no Público de ontem)<br />
</p>]]>
        
    </content>
</entry>
<entry>
    <title>Mais do que uma simples curiosidade</title>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://livrovirtual.weblog.com.pt/arquivo/2006/05/mais_do_que_uma_simples_curios" />
    <link rel="service.edit" type="application/atom+xml" href="/s/mt-atom.cgi/weblog/blog_id=2771/entry_id=177185" title="Mais do que uma simples curiosidade" />
    <id>tag:livrovirtual.weblog.com.pt,2006://2771.177185</id>
    
    <published>2006-05-14T04:01:05Z</published>
    <updated>2006-06-23T04:04:40Z</updated>
    
    <summary>«Os jornalistas acreditados no Palácio de Belém foram convidados pelo chefe da Casa Civil do Presidente da República, dr. Nunes liberato, para um encontro informal, onde teria lugar uma conversa em &quot;off&quot;. O &quot;off&quot; significa, em jargão profissional, que jornalistas...</summary>
    <author>
        <name>joão paulo meneses</name>
        <uri>http://livrovirtual.weblog.com.pt</uri>
    </author>
            <category term="FONTES (OFF)" />
            <category term="TEXTO (COBERTURA POLÍTICA)" />
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://livrovirtual.weblog.com.pt/">
        <![CDATA[<p>«<em>Os jornalistas acreditados no Palácio de Belém foram convidados pelo chefe da Casa Civil do Presidente da República, dr. Nunes liberato, para um encontro informal, onde teria lugar uma conversa em "off". O "off" significa, em jargão profissional, que jornalistas e fonte (no caso, o dr. Nunes Liberato) acordam que a conversa não é para ser divulgada. Depois de terem trocado impressões com Nunes liberato, os jornalistas foram convidados para um passeio pela fantástica varanda de Belém onde, num "acaso" evidentemente encenado, apareceu o prof. Cavaco Silva, responsável-mor pelo Palácio de Belém. Cavaco Silva dirigiu-se aos jornalistas e participou na conversa, obviamente em "off", da qual não transpirou uma linha para a imprensa - como era natural, dado o cumprimento do acordo por parte da comunicação social. Houve uma parte, no entanto, que "furou" o embargo do acontecimento: o próprio Cavaco Silva. No órgão de informação de que é proprietário (a página da Net da Presidência da República) pode ler-se que, "no dia em que cumpriu dois meses do seu mandato, o Presidente Cavaco Silva recebeu os jornalistas portugueses que acompanham regularmente a actividade da Presidência da República". A foto, um exclusivo do órgão de informação do prof. Cavaco, era um mimo. O encontro em "off", afinal, até estava na agenda do Presidente e tinha uma finalidade e um objectivo precisos: aparecer em pose distendida com a imprensa, violando objectivamente um acordo de "off". Lindo, educativo e revelador</em>». (Ana Sá Lopes, DN de 13/5/06)</p>]]>
        
    </content>
</entry>
<entry>
    <title>Acabei de ler o livro de MMCarrilho...</title>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://livrovirtual.weblog.com.pt/arquivo/2006/05/acabei_de_ler_o_livro_de_mmcar" />
    <link rel="service.edit" type="application/atom+xml" href="/s/mt-atom.cgi/weblog/blog_id=2771/entry_id=177180" title="Acabei de ler o livro de MMCarrilho..." />
    <id>tag:livrovirtual.weblog.com.pt,2006://2771.177180</id>
    
    <published>2006-05-14T03:44:48Z</published>
    <updated>2006-06-23T03:47:57Z</updated>
    
    <summary>... e não tendo pessoalmente nada a ver com o que lá é descrito, é impossível, corporativamente, ficar indiferente. Algumas notas soltas, para tentar arrumar as ideias, sendo que pretendo voltar ao assunto mais tarde: - Se tudo o que...</summary>
    <author>
        <name>joão paulo meneses</name>
        <uri>http://livrovirtual.weblog.com.pt</uri>
    </author>
            <category term="JORNALISMO" />
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://livrovirtual.weblog.com.pt/">
        <![CDATA[<p>... e não tendo pessoalmente nada a ver com o que lá é descrito, é impossível, corporativamente, ficar indiferente.<br />
Algumas notas soltas, para tentar arrumar as ideias, sendo que pretendo voltar ao assunto mais tarde:<br />
- Se tudo o que Carrilho denuncia, envolvendo a comunicação social, fosse verdade, estaríamos perante <strong>uma das mais graves crises envolvendo o jornalismo português de que tenho memória;</strong><br />
- Carrilho denuncia uma rede (em muitos casos organizada) entre jornalistas para o «queimar» politicamente; o livro não é isento nem, se calhar, deveria ser - mas sente-se alguma ligeireza na forma como arrola factos que, associados, servem a sua «teoria da conspiração»;<br />
- Para Carrilho só há uma verdade, a sua. <strong>Muitos dos factos ali descritos terão, obviamente, outra explicação (quero acreditar que sim);</strong><br />
- As acusações a A. Cunha Vaz são de uma gravidade extrema - e era bom que o caso não ficasse por aqui, para se perceber até que ponto Carrilho consegue solidificar o que diz do empresário de comunicação;<br />
- Aliás, em nome da credibilidade da comunicação social portuguesa, seria importante aparecer um(a espécie de) contra-livro - com o contraditório; ou pelo menos uma reportagem de investigação num jornal. Sendo que, <em>noutras circunstâncias</em>, o próprio Sindicato dos Jornalistas deveria abrir uma espécie de <em>«inquérito» </em>ao que se passou; pelo menos um debate;<br />
- Finalmente: uma das poucas situações em que, perante as palavras de Carrilho, é possível ter uma opinião estruturada, describiliza o ex-candidato - a do aperto de mão no final do debate. Dizer que a gravação do pós-debate foi uma «golpada» da SIC não abona muito em favor da inteligência colectiva nem, provavelmente, da credibilidade do restante que é escrito(independentemente de Carrilho ter alguma razão sobre o facto de essa parte ter tomado conta do todo - mas ele seria o próprio o primeiro a aplaudir se a situação se tivesse passado ao contrário).</p>

<p>Gostava de reforçar esta ideia - é uma pena se o livro morre por aqui, com o argumento de que as suas acusações não têm credibilidade. <strong>Será muito mau para o jornalismo português se "Sob o signo da verdade» for a última verdade.</strong></p>

<p>PS - Carrilho também aborda <a href="http://ouve-se.blogspot.com/2005/08/act-o-instvel-exerccio-jornalstico.html">este caso, sobre o qual opinei na altura</a>. O jornalista do DN reafirma ontem o que então escreveu. Carrilho diz que ele «inventou uma conversa que nunca teve comigo sobre a anunciada candidatura de Mário Soares».</p>]]>
        
    </content>
</entry>
<entry>
    <title>Rangel volta a atacar!</title>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://livrovirtual.weblog.com.pt/arquivo/2006/05/rangel_volta_a_atacar" />
    <link rel="service.edit" type="application/atom+xml" href="/s/mt-atom.cgi/weblog/blog_id=2771/entry_id=177179" title="Rangel volta a atacar!" />
    <id>tag:livrovirtual.weblog.com.pt,2006://2771.177179</id>
    
    <published>2006-05-12T03:43:16Z</published>
    <updated>2006-06-23T03:44:31Z</updated>
    
    <summary>Vou tentar ler, no fim de semana, o livro de Manuel Maria Carrilho. Mas fica, desde já, o aperitivo: «Segundo Emídio Rangel, “há agências de comunicação social com jornalistas avençados das formas mais variadas para o serviço sujo, para silenciar...</summary>
    <author>
        <name>joão paulo meneses</name>
        <uri>http://livrovirtual.weblog.com.pt</uri>
    </author>
            <category term="PRESSÕES (ASSESSORIA)" />
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://livrovirtual.weblog.com.pt/">
        <![CDATA[<p>Vou tentar ler, no fim de semana, o livro de Manuel Maria Carrilho.<br />
Mas fica, desde já, o aperitivo:</p>

<p>«<a href="http://irrealtv.blogspot.com/2006/05/emdio-rangel-e-o-jornalismo-sujo.html">Segundo Emídio Rangel, “há agências de comunicação social com jornalistas avençados das formas mais variadas para o serviço sujo, para silenciar e comprar estratégias comunicacionais, para fabricar heróis, construir imagens positivas ou para destruir a imagem de alguém (...) O mau jornalismo tem vindo a impor-se e a ganhar muitas batalhas ao bom jornalismo. No mundo da política, então, assume proporções alarmantes perante a indiferença do Estado, do Governo, da tutela dos jornalistas”.</a>»<br />
</p>]]>
        
    </content>
</entry>

</feed> 

