(ACT x 3) As velhas e recorrentes pressões que suavizam a coisa
Act a 30/5: «para Ribeiro Cristóvão esta referência é "claramente" intimidatória para o trabalho dos jornalistas. O responsável da Renascença vai mais longe e realça que esteve em Saltilho no "pós-1976 onde as relações sempre foram muito difíceis, mas a FPF nunca se arrogou ao direito de cassar * as acreditações". Também Miguel Barroso, subdirector de informação da RTP estranha esta nota, que pontua de "ilegal" por violar "uma série de leis, nomeadamente a Constituição e o acesso às fontes".» (DN de hoje)
*Tonar nulo ou sem efeito; anular; fazer cessar, proibindo (Dicionário da Academia das Ciências, vol1, 727)
Act a 25/5: Ouvi esta tarde o assessor de imprensa da Selecção Nacional (o ex-futuro-jornalista Afonso Melo), em directo, na conferência de imprensa, dizer que determinada pergunta, feita por um jornalista a Nuno Gomes, não é admissível (tinha a ver com uma questão marginal ao futebol, mas ligada ao estágio - os filmes piratas que terá levado para Évora). Que Nuno Gomes dissesse que não queria responder, tudo bem; que não os deixem, sequer, responder, não é aceitável. Ninguém protestou...
«A Assessoria de Imprensa da Selecção Nacional - Clube Portugal, como responsável pela emissão das acreditações para o estágio a realizar em Évora, reserva-se o direito de retirar a acreditação a qualquer membro da Comunicação Social que não respeite o espírito de cooperação e saudável relacionamento de trabalho que presidiu à elaboração desta regulamentação»
(dica Contrafactos)