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(act) A paternidade das declarações colectivas

Os jornalistas não gostam de citar - é endógeno... - mas há muitos que apostam em melhorar o seu trabalho, mesmo que isso implique recorrer ao trabalho de outro.
Fruto de uma grande pressão (autoregulação) e vigilância mútuas, o crédito vai sendo atribuído quando não há alternativa (lamento dizer isto, desta maneira, mas é o que sinto).
O problema surge quando há declarações colectivas - aquelas em que há diversos órgãos de comunicação social - e que depois são usadas pelos que lá não estiveram.

De quem são essas declarações? Do domínio público?
É legítima a sua utilização sem atribuir?
Em caso de atribuição, a quem creditar (se há vários?)

Gostaria, se possível, de ouvir algumas opiniões.
Darei, também, depois a minha.

Act a 26/10:
"não há injustiça em citar um grupo de textos em que todos dizem o mesmo. O "mal menor" é assumir que se copiou de um sítio e não se deu o mesmo destaque aos outros - basta ler as colunas de citações dos jornais para perceber a perversidade deste sistema. Citam-se os amigos ou os que dão mais informação?
Por outro lado, para os que falam de reino do plágio, leia-se o Código do Direito de Autor, na parte sobre a "Exclusão de protecção" (artº 7):
1- Não constituem objecto de protecção:
a) As notícias do dia e os relatos de acontecimentos diversos com carácter de simples informações de qualquer modo divulgadas
"

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