Vícios privados, Públicas vergonhas
No editorial de hoje José Manuel Fernandes escreve: "num ponto, o antigo secretário de Estado tem razão: devia ter sido ouvido e devia ter tido oportunidade de expor os seus argumentos quando a notícia foi escrita, como mandam as regras internas do jornal".
Já o jornalista José António Cerejo escreve quatro páginas à frente: "Não tinha nada que ouvir Silva Pereira porque transcrevi o essencial da lamentável posição por ele assumida em todo o processo".