Presunção de inocência - um caso interessante
Lê-se:
"Franquelim Lobo, o alegado traficante de droga que foi quinta-feira mandado libertar pelo..." (Correio da Manhã)
e
"Franclim Pereira Lobo, um dos mais importantes narcotraficantes portugueses, libertado na passada quinta-feira..." (JN)
Em que ficamos?
Qualquer pessoa tem o direito à presunção de inocência, mas neste caso estou com o JN.
O tal de Franquelim já foi condenado a 25 anos de prisão, condenado em 2000 por tráfico de estupefacientes.
Ou seja, a menos que se pense que não deve ser chamado de traficante porque pode estar arrependido, não há dúvida…