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(A proporcionalidade do) direito de resposta

O Público mostra uma situação verdadeiramente insólita: o presidente da Federação de Andebol publica, "ao abrigo do mais elementar direito de resposta" uma página inteira de texto.
Luís Santos contesta um artigo de opinião de José Manuel Meirim que tem 750 palavras.
Acontece que o direito de resposta tem pelo menos três vezes mais palavras, transformando-se numa mancha ilegível, quase anti-leitor (não está "on line" mas aconselho a leitura; justifica uma fotocópia para arquivo - só no "quinzenário de arrabaldes de baixo" é que vi uma coisa destas).
Como é que o Público aceitou? Só há uma explicação (i)lógica: a Federação de Andebol pagou o resto como publicidade (uma vez que o jornal só é obrigado a aceitar um direito de resposta da mesma dimensão da peça original).

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