Corrigir falhas ou assumir os erros
Na semana passada deixei ficar um reflexão sobre a "excessiva" honestidade dos jornalistas (ou de alguns jornalistas) quando se trata de assumir pequenas falhas que acontecem, sobretudo, em directo (na rádio).
Esta generosidade já não é tão visível quando se trata de responder perante um erro com alguma gravidade: dir-se-ia que a disponibilidade para assumir é inversamente proporcional à importância da situação.
Vem isto a propósito da última reflexão de Joaquim Furtado, o provedor do leitor do Público.
É um caso muito interessante porque o autor do texto reclamado assume que errou, sem margem para dúvidas, mas só depois do visado escrever ao Provedor (e não, por exemplo, quando foi publicado o direito de resposta - o que inviabilizaria o recurso ao Provedor, percebe-se).