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Provedores e linguagem directa

Os leitores mais regulares desta página já sabem que, sempre que possível, deito alguma atenção aos textos dos provedores.
As razões são simples. Pela sua importância como entidade que contribui para a auto-regulação do jornalismo e porque - como tento fazer com alguns destes textos - eles são chamados a reflectir sobre o dia a dia do jornalismo, criando alguma jurisprudência, enquadrando, explicando.
Joaquim Furtado, no Público, faz uma análise muito completa de um dos lugares-comuns mais frequentes no jornalês: a morte por doença prolongada.
Vale a pena consultar.
E subscrevo completamente: a menos que haja uma razão ponderosa (um pedido expresso da família, que tem de ser bem compreendida), a muleta não se aceita!
As razões da morte de alguém devem ser enunciadas, mal estejam confirmadas, ainda que sem detalhe.

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