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Incompatibilidades e imparcialidades

Os jornalistas acreditados em Bruxelas elaboraram um código de conduta, que merece duas notas, pelo insólito da ideia:
- a proposta de criar "padrões internos para monitorizar os interesses pessoais dos funcionários e patrões que possam comprometer a independência eleitoral, os quais devem ser transmitidos ao chefe de redacção" é ousada; demasiado?
- da mesma forma, a intenção de "disponibilizar informação sobre perfil do(s) proprietário(s) e os interesses externos da organização" é um bom esforço (na linha daquilo que o Le Monde decidiu recentemente). Concretizável?
PS - só não parece muito correcta a frase: "[declarar] que todos os assuntos relacionados com a ética jornalística são um assunto apenas para os jornalistas e profissionais de média". Será mesmo assim ou é da tradução?

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