A credibilidade da rádio
Na primeira página do Jornal de Negócios podem ler-se, hoje, as conclusões de mais um estudo das Selecções do Reader's Digest sobre a confiança dos consumidores portugueses nas marcas, instituições, profissões, etc.
Mais uma vez a rádio aparece como segunda instituição mais credível (só atrás dos correios)!
Isto significa que os portugueses que responderam a este inquérito consideram que a rádio é, entre a concorrência, a mais credível.
Rádio com 73 por cento, televisão 48 por cento e imprensa 38. Significativo, não?
Há muito que venho escrevendo sobre esta mais-valia da rádio, que a própria não explora bem, quer em termos de imagem junto dos anunciantes.
A que se deve? Entre outras razões, à não existência de tabloidização, ao raro sensacionalismo, ao papel do som como elemento credibilizador, à não existência de uma concorrência desenfreada (que até colabora, muita vezes) e aos raros desmentidos (visíveis nos raros problemas com a justiça).