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Um considerando (mais ou menos) à margem do tom geral destes textos:
- quem ouviu a rádio ontem e viu as televisões (libertação do deputado Pedroso) não pode deixar de destacar a sobriedade dos repórteres da rádio em comparação com a excitação descontrolada de muitos dos repórteres das televisões.
A exacerbada concorrência é, talvez, a principal causa, mas não justifica um comportamento que, entre outros, podemos caracterizar desta forma:
- mistura de factos com opinião (“É incrível o que está a aqui a acontecer; isto precisa de ser denunciado”, dizia uma das melhores jornalistas…);
- incapacidade de esperar pelo fim das (breves…) respostas, sobrepondo sistematicamente as perguntas (e criando uma grande confusão sonora e, mesmo, visual), apenas para ter o “privilégio” da pergunta;
- “molhadas” consecutivas, com atropelos e empurrões. E mau aspecto!
- comportamento não-ético quando determinado acordo é pedido (e seguido apenas por alguns) ou quando vários repórteres de imagem (e fotográficos) se recusaram a sair do elevador, por onde o deputado pretendia seguir.
A televisão tem muito mais impacto do que a rádio?
Mas o custo é muito elevado!

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