É estranhíssimo o caso de ligação afectiva entre o povo jornalístico português e o amnésico-pedófilo Carlos Silvino!
Mais do que o nome, impera o diminutivo pelo qual era conhecido na Casa Pia, o tal Bibi.
Que os alunos da Casa Pia o tratem por Bibi é problema deles, mas os jornalistas também?
Desde logo o problema dos diminutivos, sempre de evitar (porque podem pressupor problemas de descodificação e, mais importante, afectividade, parcialidade); mas o caso - em particular - é ainda mais rançoso: um diminutivo tão querido e pequerrucho como Bibi para aquele que ameaça tornar-se o "homus horribilis" desta década em Portugal!
PS - Eduardo Cintra Torres diria que é mais um exemplo da antropormofização psquiátrica do drama, prática habitual das televisões portuguesas: chama-se-lhe Bibi para, pelo paradoxo, acentuar como é horrível! Mas, infelizmente, não é apenas nas televisões. É em todo o lado.